sexta-feira, 30 de agosto de 2024

Taxa de desemprego em julho é a menor desde dezembro de 2014


A taxa de desemprego registrada no trimestre em julho deste ano (6,8%) é a menor desde o trimestre encerrado em dezembro de 2014 (6,6%). É também a menor para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Os dados da Pnad Contínua foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda da taxa em julho foi puxada tanto pela redução da população desocupada, ou seja, aquelas pessoas que estão procurando emprego, quanto pelo aumento da população ocupada. O contingente de desocupados recuou 9,5% em relação ao trimestre anterior (encerrado em abril) e 12,8% na comparação com o trimestre encerrado em julho do ano passado, atingindo o número de 7,4 milhões de pessoas, o menor patamar para o período na série histórica.

A população ocupada, ou seja, aquela que está trabalhando, atingiu o valor mais alto para o período na série histórica: 102 milhões de pessoas. Foram altas de 1,2% no trimestre (mais 1,2 milhão de trabalhadores) e de 2,7% no ano (mais 2,7 milhões de pessoas).

O nível de ocupação, que representa o percentual de pessoas trabalhando, em relação ao total de pessoas em idade de trabalhar, chegou a 57,9%, um avanço em relação ao trimestre anterior (57,3%) e ao ano anterior (56,9%).

De acordo com o IBGE, parte da criação de postos de trabalho foi observada no setor informal. O total de pessoas trabalhando na informalidade chegou a 39,45 milhões no trimestre encerrado em julho deste ano, o segundo maior patamar da série histórica, ficando abaixo apenas do observado em dezembro do ano passado (39,53 milhões).

O contingente de trabalhadores informais cresceu 1,1% em relação ao trimestre anterior e 1,3% na comparação com julho do ano passado.

“Mas diferente de outros momentos onde a informalidade foi uma protagonista do processo de crescimento da população ocupada como um todo, nos últimos trimestres, a despeito de seu crescimento, a participação da informalidade no contingente total de crescimento [da ocupação] é um pouco menor. A população ocupada como um todo cresce mais do que a ocupação informal”, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.

Os empregos formais representam, portanto, a maior parte da geração de postos de trabalho em julho, seja por meio de empregos públicos seja através de ocupações no setor privado com carteira de trabalho assinada ou por conta própria com CNPJ. Segundo Adriana, isso representa uma qualidade melhor do mercado de trabalho.

“A carteira assinada traz uma série de prerrogativas e direitos para o trabalhador. E mesmo o trabalhador independente ou empregador, à medida em que ele tem esse registro no CNPJ, a forma de ele transacionar no mercado, como emitir nota e ser contratado como prestador de serviço, configura a ele melhores condições de ofertar o trabalho dele”, afirma a pesquisadora.

Na comparação com abril, os setores geraram postos de trabalho foram administração pública, saúde e educação (3,2%) e comércio (1,9%). Nenhuma atividade teve perda significativa de contingente de ocupados.

“Muitas atividades, apesar de não terem atingido um crescimento estatisticamente significativo, mostram um padrão de retenção dos trabalhadores”, ressalta Adriana.

Segundo Adriana, uma das explicações para a melhora do mercado de trabalho seria o aumento da renda dos trabalhadores que traz, consigo, um aumento do consumo e a consequente demanda por mais trabalhadores.

Apesar de não ter crescido de abril para julho, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores, subiu 4,8% no ano e chegou a R$ 3.206.

A massa de rendimento real habitual cresceu 7,9% no ano e atingiu o volume de R$ 322,4 bilhões. E como houve aumento do contingente de ocupados de abril para julho, a massa também cresceu no período (1,9%).

A população subutilizada, ou seja, aquela que está desocupada ou que poderia trabalhar mais do que trabalha ficou em 18,7 milhões de pessoas, o menor patamar desde o trimestre móvel encerrado em dezembro de 2015 (18,6 milhões), com quedas de 6,9% no trimestre e de 7,8% no ano.

A população desalentada, formada por aqueles que gostariam de trabalhar e estavam disponíveis, mas não buscaram trabalho por vários motivos, ficou em 3,2 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em junho de 2016 (3,2 milhões), recuando 7% no trimestre e 12,2% no ano. (Com Agência Brasil)

Sincomércio analisa proposta dos comerciários


Nesta quarta-feira, 28, o Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista realizou, na sede do IAE (Instituto de Aprendizagem e Estágio), em Presidente Venceslau,  Assembleia Geral Extraordinária com os empresários do comércio varejista e Associações Comerciais.

O encontro, coordenado pelo presidente do Sincomércio, Guido Denippotti, serviu para tratar sobre as negociações para a Convenção Coletiva de Trabalho de 2024/2025.


sábado, 17 de agosto de 2024

Malacrida e Lucas Souza inauguram comitê

A coligação “Uma cidade para todos”, com Malacrida (PDT), candidato a prefeito, e Lucas Souza (PT), candidato a vice-prefeito, inaugurou nesta sexta-feira, 16, o comitê de campanha, nos altos da avenida Jorge, 1180.

Além dos dois candidatos, a inauguração reuniu o ex-prefeito Osvaldo Melo e todos os candidatos a vereador que compõem a coligação “Uma cidade para todos”, além de amigos e familiares.

terça-feira, 13 de agosto de 2024

Palestra gratuita sobre IA reúne em Venceslau empresários do varejo da região

 


- Iniciativa do Sebrae-SP e da FecomercioSP, em parceria com o Sincomercio Pontal do Paranapanema, será palco do lançamento do Programa Loja do Futuro; inscrições abertas com vagas limitadas -

O Impacto da Inteligência Artificial sobre o Varejo será o tema da palestra de lançamento do Programa Loja do Futuro em Presidente Venceslau, no dia 19 de agosto, segunda-feira, às 19h, no Anfiteatro Municipal, em Presidente Venceslau. As inscrições para a palestra, abertas a empresários do varejo, são gratuitas e podem ser feitas no site https://forms.office.com/r/znwY5gpxzd. O programa foi desenvolvido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP), pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e pelo Sindicato do Comércio Varejista (Sincomercio) do Pontal do Paranapanema e Alta Paulista.

Durante o evento, Alexandre Giraldi - foto, consultor de negócios do Sebrae-SP, fará uma palestra sobre Inteligência Artificial (IA) no setor. Giraldi é administrador de empresas, com MBA em Gestão de Pequenos Negócios, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), e em Marketing Digital, pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). A ideia é que os empresários da região se atualizem sobre o tema e conheçam como será a trilha de capacitação da Loja do Futuro na cidade.

Com a capilaridade de sua rede sindical no interior do Estado, a FecomercioSP soma forças na divulgação do programa que tem como objetivo final aumentar o faturamento dos pequenos negócios. A iniciativa visa capacitar empresários para modernizar a gestão, aumentar a competitividade, digitalizar canais de venda e estimular acesso a novos mercados.

O projeto é inspirado nas tendências e tecnologias exibidas nas últimas edições das feiras internacionais NRF, de Nova York, e Euroshop, em Düsseldorf, na Alemanha. Além da palestra, o programa contempla oficina sobre experiência do cliente, cuidados com o uso da IA, diagnóstico de maturidade digital e outras soluções que podem ser personalizadas, como consultorias.

O presidente do Sincomercio Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, Guido Denippotti, comenta a importância do programa Loja do Futuro para o varejo da região. “A iniciativa do Sebrae visa apresentar soluções tecnológicas e inovadoras para o comércio varejista, apontando como as tecnologias emergentes podem ser implementadas para melhorar a experiência do cliente, otimizar operações e aumentar a competitividade no mercado”, ressalta o presidente.

Serviço  

Lançamento do Programa Loja do Futuro

Quando: 19 de agosto

Horário: às 19h

Onde: Anfiteatro MunicipalAv. Princesa Isabel,115 — Centro, Presidente Venceslau/SP

 

 

domingo, 4 de agosto de 2024

Malacrida substitui Osvaldo Melo e será candidato a prefeito


Por motivos de doença na família, o ex-prefeito Osvaldo Melo (PT) desistiu de disputar as eleições municipais em Presidente Venceslau. O anúncio foi feito neste sábado, 03, durante a convenção do PT e PDT para homologar os candidatos dos dois partidos.

O ex-prefeito Ângelo Malacrida (PDT), que seria vice na chapa com Osvaldo Melo, será o candidato a prefeito da coligação PDT-PT, denominada "Uma cidade para todos".

O candidato a vice escolhido na chapa de Malacrida é o jovem Lucas Souza, do PT.

Em seu pronunciamento assim que teve seu nome homologado, Malacrida reforçou o nome da coligação "Uma cidade para todos". Ao fazer um contraponto, citou que "a gestão atual do município só tem olhos para priorizar os interesses de um grupo em detrimento â maioria da população". "Voltou-se ao tempo do coronelismo, uma gestão sem compromisso com quem mais precisa e que visa apenas atender aos interesses do grupo que o cerca", disse Malacrida.

"Vamos fazer uma gestão que olhe para todos, sem distinção, tendo por base as demandas que a população definirá no Orçamento Participativo, em todas áreas, sobretudo, na saúde, educação, saneamento básico e meio ambiente. Também daremos atenção à cultura e esporte, assim como ao retorno da Faive, que foram abandonados pela gestão atual", afirmou.



sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Em junho, empregos formais sofrem nova queda em Venceslau

 


Desde abril último, quando foi registrada uma queda de 23 postos de trabalho, Presidente Venceslau vem perdendo vagas de empregos com carteira assinada, de acordo com dados fornecidos pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em maio/2024 foi registrado saldo negativo de dois empregos e, agora, em junho/2024, mais uma baixa, com desligamento de mais cinco postos na cidade.

Para este novo saldo negativo foram registradas 226 admissões e 231 desligamentos, em um universo de 6.101 vínculos empregatícios ativos. Dentre os maiores segmentos da economia local, o destaque mensal foi a construção civil, com 3 vagas a menos. Houve ainda 01 queda no setor agropecuário e  01 vaga a menos no setor de serviços. Já o comércio mostrou estabilidade nesta última atualização do Novo Caged. Ao todo, foram avistadas 70 admissões e 70 desligamentos, em um estoque de 2.072 vínculos.

Ao analisar a divisão varejista do comércio, 11 empregos perdidos em junho na economia local tiveram influência principalmente do segmento de materiais de construção e congêneres (-10 vagas). No entanto, ao computarmos o saldo acumulado dos primeiros seis meses de 2024,  o varejo apresenta uma retração de 45 postos de trabalho, influenciado predominantemente pelo resultado do grupo de supermercados e lojas de departamentos, que extinguiu 31 vagas neste primeiro semestre.

Agora, no geral, em todos os setores, ao comparar com junho de 2023 - que gerou 50 novos postos -, os empregos formais em Presidente Venceslau no mesmo mês deste ano tiveram uma retratação de 45 postos de trabalho, uma retratação significativa para a economia local.